
Como autora da foto para mim foi muito difícil transcorrer sobre o texto, ou seja, sair da realidade da foto e ter por ela outros olhos.
Nesse dia da foto cheguei ainda com a luz do dia na FAAT e fui á procura da foto ideal para meu trabalho. Apesar da qualidade não ter me agradado foi o melhor que consegui com a máquina que tenho.
A partir daí encontramos primeiramente os elementos físicos da foto, o metal, a pedra e os signos gravados nele. Esses signos agora ditos nos remetem à curiosidade para quem não sabe o que significam.
Como nosso olhar sob a foto não é o olhar da realidade o que se pode dizer dela assim?
Não consigo então avançar meus olhos tão acostumados ao que é prático nessa “viagem”.
Queria não ser eu quem tirou a foto, para que quem sabe assim sair dessa realidade, que agora já sei por vezes nos aprisiona.
Com um pouco de esforço e obrigação , essa que é meu compromisso...vejo um pouco de natureza, então vejo a luz que reflete no metal que na verdade é como uma folha em branco ,como uma criança recém nascida que ainda vai escrever sua estória e a luz que reflete nela é o caminho que vai traçar .Ela poderá sofrer com o frio a chuva o calor. Ser pedra ser metal, ser significado. Bem firme ao chão ela provavelmente vai estar lá por muito tempo, só que agora ela não é mais só pedra ela é “A Pedra da FAAT” e seu criador não é mais somente Deus ela tem agora uma outra realidade
Evani Lamas Lucchesi RA-5010036
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